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sábado, 2 de fevereiro de 2013



OS DIFERENTES TIPOS DE MÁSCARAS

As máscaras foram várias vezes usadas pelas pessoas como passaportes para mundos imaginários, como um meio de transmissão de histórias e como uma explicação de fatos naturais inexplicáveis.

Na África, as máscaras foram criadas pelos artistas das tribos e usadas em ritos religiosos. Essas máscaras não representavam faces normais, mas sim exageradas. Normalmente era de madeira, cobre ou marfim.

No Antigo Egito as máscaras eram usadas em sacrifícios cerimoniais. As múmias eram mascaradas antes do enterro com máscaras adornadas de pedras preciosas.

Os Esquimós no Alaska acreditavam que cada criatura tinha uma dupla existência e podia mudar para a forma de um ser humano ou animal, bastando querer. Assim, as máscaras Esquimós eram, normalmente, feitas com duas faces - uma de um animal e outra de um humano. Em certas fases de algumas cerimónias festivas, a máscara exterior era levantada, expondo a outra máscara.

Os nativos americanos na parte noroeste dos Estados Unidos usavam máscaras numa cerimónia anual em que choravam os mortos. Os homens representavam os fantasmas dos mortos com máscaras pintadas e decoradas com penas e ervas.

Os nativos americanos do sudoeste dos Estados Unidos, os Hopi e Zuni entre outros, usando novamente máscaras para adorar os seus mortos.

No Brasil, as tribos primitivas faziam e usavam máscaras representando animais, aves e insetos.

Na Ásia, as máscaras eram também usadas para cerimónias religiosas e, mais tarde, para funções sociais tais como casamentos e diversos divertimentos.

As máscaras eram usadas na antiga Grécia e Roma para festivais e teatros. Foi onde começou o uso das máscaras para fins artísticos. Com o fim da antiga civilização Romana, as máscaras caíram em desuso. Os primeiros Cristãos atribuíram o uso de máscaras a cultos pagãos, tornando-as quase ilegais.

O novo uso das máscaras na América veio com o fluxo de imigrantes da Europa, principalmente como brinquedos das crianças e para bailes e celebrações mascaradas como o famoso Mardi Gras.

A história das mascaras é de fato muito interessante, visto que até me lembrei de Stanley o personagem principal do filme O Máskara, um bancário, tímido, o qual é apaixonado pela sua colega de serviço.


O jovem bancário vive uma vida melancólica, e é o estereotipo do fracasso, mas quando coloca a máscara torna-se um sujeito alegre, brincalhão,            e destemido, visto que  a máscara liberta o verdadeiro potencial do jovem.
Assim como Stanley também coloco a máscara da alegria, da felicidade, do sorriso, mas quando estou triste coloco a máscara da tristeza, das lágrimas, e da dor.



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