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sábado, 18 de outubro de 2014

A dimensão cruel da vida.


Quando a vida é cruel devemos assumir a dor e encara-la com maturidade passando por cada estágio da vida com resiliência.
Suportando as pressões de forma adequar-se as novas situações, tal como como ocorre na natureza onde as arvores precisam se adaptar a cada estação.

 No inverno a arvore perde todas as suas folhas, e foca apenas em manter-se de pé para sobreviver. Nesse estágio a arvore tem que abandonar todas as suas vaidades, seu ego narcisista e assumir o aspecto de uma arvore morta, para isso a arvore tem que  obedecer a uma ordem sistêmica física biológica de deixar cair suas folhas para que as suas raízes continuem irrigadas.

 Este é um momento onde a arvore precisa decidir em alimentar as folhas e manter-se bela por um período e depois morrer ou alimentar sua raiz, e perder a sua beleza mais manter-se viva.  Essa mesma situação também ocorre na nossa vida afetiva e espiritual onde muitas vezes somos abatidos pelas dificuldades e precisamos focar somente naquilo que é essencial, naquilo que nos mantém de pé.

Nesse momento temos que aprender a deixar para trás tudo aquilo que é banal, para reconstruir a nossa história, reconstruir o nosso coração, e por fim reconstruir os nossos sonhos,  a partir de uma nova postura de enfrentamento das dificuldades. E aprender a deixar cair a folhas de sofrimentos oriundos de traumas causados  pela separação, pela morte ou pela frustração de não conseguir a materialização de sonho. 
Essa ruptura é fundamental para prosseguirmos com o estágio de renovação, mas não é fácil administrar esse embate interior, porque muitas vezes focamos apenas a beleza, o status social e ficamos com medo de viver a adaptação de um novo tempo.

Ora, tem tanta coisa preciosa que pode ser vivida e experimentada enquanto você esta vivendo essa libertação!

Mas você tem que ser capaz de continuar a busca sem perder a gana, o desejo de ir além, pois o que nos move como pessoas não é o que alcançamos, e sim aquilo que ainda não temos. Porquanto sua alma ainda carece de conquistas, por isso mantenha o empenho e jamais perca a esperança.  

sábado, 9 de agosto de 2014






SE TIRAR DEUS... NO FIM SÓ RESTA DEUS!...

Quem escreveu o Eclesiastes na Bíblia disse que usou o critério existencialista a fim de buscar uma mediação entre a percepção e o quer que fosse Realidade na Existência.
De tal Existência ele tirou tudo, inclusive Deus...

Então, dedicou-se ao provar, ao sentir, ao experimentar...; sem culpa, sem medo, sem temor de nada, sem nada acima e sem nada abaixo.

Assim, dedicou-se ao erotismo, ao hedonismo, ao esteticismo, ao produtivismo, às artes, às formas, aos sons, aos sentidos, aos extra-sentidos, à loucura, às "viagens", à alteração de consciência, tanto quanto dedicou-se à política, à vida social, e, sobretudo, à apreciação da relação entre a capacidade humana verificável e o seu resultado prático igualmente mensurável nas expressões sociais em geral. Ou seja: a relação entre competência e quem se dá bem e quem se dá mal na vida, conforme os critérios sociais aceitos ou estabelecidos.

No fim ele conclui que o olhar seco para a existência deixa o observador nauseado na falta de significado e na certeza das repetições dos mesmos absurdos... num ciclo sem fim... mas sempre tão óbvio quanto igualmente sedutor.

É só então que ele conclui que nesta existência não há muito a aproveitar com um mínimo de tolice. A maior parte das coisas são vaidade louca e surtada... e, as demais, são vaidades piedosas e eticamente dissimuladas.

O que nos salva da náusea nesse olhar horizontal imediato é o temor/reverência/sentido/absoluto/de/ser/na/existência cônscia de Deus, e que da existência chama vida o que cabe entre beijos, abraços, alimentos, bebidas, carinhos, alegrias e reverencias para com os vivos, pois, tudo o mais, em si, já é tolice de tolices, bobagem de bobagens, é correr atrás do vento...

domingo, 13 de julho de 2014














E PARA ONDE IRÃO AS RELIGIÕES?

Assistindo às notícias do mundo [...]
Em quase todas elas a Religião está presente. Os temas vão de Israel ao Vaticano. Do Islamismo aos radicais de Direita Religiosa americanos. Bin, Sharom, Bush, Saddam, Papa...
Todos estão certos de suas certezas…
Não há soluções humanas possíveis!
No centro dos piores conflitos está a Religião!
Ora, onde há religião nunca há paz!
É verdade que as guerras habitam na carne. Mas a carne adora se expressar pela Lei. E nenhuma Lei é mais poderosa que aquela que se impõe em nome de algum “Deus”. Seja qual for o “Deus”.
O Cristianismo está no centro dessas calamidades, em companhia do Judaísmo e do Islamismo.
Trata-se do Triângulo das Bermudas onde todas as esperanças desaparecem no mundo presente.
É verdade que as Forças Econômicas também são poderosas quanto a incitar a guerra. Mas os homens de negócio dão tanto valor ao dinheiro que acabam se entendendo.
É mais fácil unir o mundo em nome do Dinheiro que em nome de um outro “Deus”.
O Dinheiro é “liberal”, negocia. A Religião, não. Por isso é que na Nova Jerusalém não há nenhum “santuário”. João procurou e não achou nenhum...
A Religião só conhece a união entre os absolutamente iguais. Os diferentes são sempre inimigos ou seres a serem conquistados para a “clonagem”.
O problema é que a Terra é habitada por seres diferentes...
Ora, para a Religião “paz” significa uniformidade...
Se sairmos do Mundo em nossa visão maior, e olharmos apenas para o Brasil, o quadro é o mesmo. O que a Religião estabelece é o partidarismo. Prova disso é que quanto mais cresce a Religião—entre elas a Evangélica—, mais aumenta o preconceito e o espírito de divisão.
Religião é Babel: torre do homem para marcar seu nome perante “os céus”. Daí só provém confusão. Linguagens que não se fazem interpretar.
Gente dos “santuários” tem até dificuldade de aceitar—embora esteja escrito—, que na Nova Jerusalém as folhas da Árvore da Vida serão para “a cura dos povos”. Menos ainda conseguem entender que as “nações trarão ações de graças ao Cordeiro” na Nova Jerusalém.
Já criaram até a categoria dos “sub-redimidos” para explicar porque esses “estranhos” terão acesso à Cidade das Doze Portas, e que permanecem abertas o tempo todo, conforme o Apocalipse.
Se dependesse de nossas mentezinhas de azeitona, alguém reescreveria os últimos capítulos do Livro da Revelação.
As portas lá estão abertas demais para o gosto da maioria de nós.
O estranho é que essa Sociedade Redimida tem uma única fonte de Luz: a do Cordeiro.
E tem gente que ainda se admira que lá João não viu “nenhum santuário”!
É claro que não pode haver essas coisinhas por lá. Se houvesse, não seria um lugar de Paz Eterna. Seria apenas a Cidade Amuralhada dos Salvos Presunçosos. Uma Nova Jerusalém Religiosa não seria Nova, seria apenas o Velho Inferno.
Nesse caso, não precisaríamos esperar para chegar lá. Bastava que todos nós nos uníssemos e mudássemos para a Jerusalém Terrestre.
Não! Nada disso! Basta ficarmos Aqui. Basta continuarmos a ser esses robôs religiosos.
O Inferno é profundamente religioso...
Diabo é Divisão!
Quem tem Religião tem o quê?
União ou divisão?
No Oriente Médio é onde superabundam as Religiões. As guerras também. E todos se dizem filhos de “Abraão”. Jesus disse que os que guerreiam em nome da genealogia religiosa são “filhos do diabo” (João 8).
Paulo disse que a Jerusalém Terrestre—essa dos jornais—é a Cidade da Escravidão. Gálatas Quatro!
Todos os seus filhos—filhos da Religião; filhos de Hagar, gerados na escravidão religiosa—, são os que dividem o mundo e a humanidade, em nome de “Deus”.
Quanto mais Religião, mais guerras haverá.
Religião deveria ser Re-ligação...
É sempre assim: usa-se o termo apenas para iludir os propósitos do coração. Nesse caso, o que prevalece é o desejo de “separação”.
Se Religião fosse algo bom, a Nova Jerusalém teria o Templo Maior.
Lá, todavia, a Vida acontecerá ao Ar Livre.
Sua Luz é o Cordeiro.
Heresia é pensar diferente.
Quem não concordar comigo, fique à vontade. Mas não diga que não é exatamente isso que a Palavra diz que será o futuro quando a Redenção Total se manifestar.
Maranata!
Vem Jesus!