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Por definição, entendemos que o
Esgotamento é um termo leigo, mas muito expressivo e bastante procedente.
Trata-se de uma situação clínica onde se esgota a capacidade de adaptação,
portanto, é um quadro que pode aparecer acompanhando outros estados emocionais.
Para entender o que é e como ocorre o Esgotamento, o primeiro passo é, como
sempre, estudar a Ansiedade (patológica) e os Transtornos do Humor.
Atualmente esse termo é de uso corrente entre as pessoas participantes
daquilo que chamamos vida moderna. Ninguém gosta de pensar na Ansiedade, no
Estresse, no Esgotamento ou na Depressão como formas de algum transtorno
emocional, é claro.
Isso pode parecer muito próximo do descontrole, da
"piração" ou da loucura e, como de fato, todos temos a possibilidade
de, pelo menos uma vez na vida, sermos afetados pelo estresse, pelo
esgotamento ou pela depressão, então será melhor não considerá-los como
formas de algum transtorno emocional. Mas não é este nosso foco de estudo,
estudaremos o Esgotamento sob o prisma espiritual.
Às vezes ficamos tão frustrados!
Será que o Senhor Jesus Cristo morreu e ressuscitou a fim de ser o fundador
de um clube social em que todos procuramos ser como ele é....cantar no coral,
levar nossos filhos às reuniões, à escola dominical, ouvir as palestras
animadoras de todos domingos, dizer "amém" nos momentos certos e
participar de algum programa social nas noites de terça ou quinta-feira com algum
grupo familiar, ou células familiares como irmãos da igreja?
Se isso tudo a
respeito de Jesus, ele é bem maçante, muitos pensam assim! São aquelas
pessoas vítimas em potencial do esgotamento espiritual - a menos que em suas
fadigas obtivesse as respostas que tal pessoa almejava. De fato, tal
indivíduo é realmente um porta-voz de muitas pessoas que se sentem da mesma
maneira, e que jamais o confessariam abertamente, em público.
Que veneno mortífero é esse que se
espalha por toda a igreja nestes dias? Temos procurado evitar o problema
fugindo dele, fingindo que não existe ou pondo a culpa muitas vezes no diabo,
justificando-o assim desta forma - e em seguida evitamos também confrontar os
crentes exauridos, queimados espiritualmente, que abandonam a comunhão, e
saem da igreja tomando antipatia por ela. Todavia, o problema está aí no seio
da igreja, e insiste, persiste para não ir embora. Há bem da verdade, vai se
tornando uma doença, cujo alastramento transforma-se numa doença epidêmica.
Certa manhã, o irmão Malcolm
passeando pelas montanhas Catskill, em Nova York, presenciou uma cena
inesquecível para ele. Enquanto o irmão descansava assentado numa pedra, ao
lado de uma lagoa cujas águas estavam cobertas por algas. Enquanto mosquitos
se entretiam numa dança interminável, bem perto da superfície do lago, ele
observava indolentemente umas libélulas em seu voo rápido entre os juncos.
Uma rã tomava sol, aquecendo-se deitada numa rocha parcialmente submersa, bem
no centro da lagoa.
Em um dado momento, o irmão Malcolm
despertou para algo extremamente surpreendente. Acontecia algo esquisito,
muito estranho com aquela pequena rã. Diante dos seus olhos ela entrou num
profundo colapso...não caiu da pedra onde estava, mas subitamente aquela
pequena rã murchou como se fosse uma bexiga, um balão com um furinho, onde
vazava o ar. Finalmente, só restou mesmo ali, um montinho horroroso de pele
de rã; o seu recheio desaparecera totalmente de forma brutal!
Só então após observar mais
acuradamente, o irmão Malcolm pode ver o assassino. Um besouro d´água gigante
havia picado aquela rã, injetando nela uma substância tão venenosa que lhe
dissolvia as entranhas. Em seguida, o besouro passou a sugar o conteúdo da
rã, deixando só a pele, como se fora uma sacola vazia de mercearia, estirada
morta sobre aquela rocha.
Qual lição poderíamos extrair desta
cena? A que conclusões poderíamos chegar com esta observação do irmão
Malcolm? Muitos crentes nossos irmãos são como essa rã...algo lhes suga toda
a vida interior, arrebata-lhes toda a vitalidade. Eles paulatinamente vão se
tornando espiritualmente esgotados, cansados, espiritualmente exaustos por
não verem cumpridas as promessas do evangelicalismo moderno, daquelas bênçãos
prometidas nos púlpitos quando os irmãos enfrentam as campanhas, as reuniões,
e nada acontece como eles sonham.
Tais frustrações fazem com que seus
pensamentos se tornem cínicos e negativos. Eles não crêem mais em Deus e
acham que a Bíblia Sagrada conta apenas estórias da carochinha. Tais crentes
estão agora amargurados, perplexos, abatidos, derrotados, ressentidos com
Deus, com a vida, com parentes, com irmãos e com a igreja.
Como se Deus
estivesse longe e ocupado demais com outros milhares de problemas que nem se
importa mais com os seus problemas. Tais irmãos queimaram-se espiritualmente,
agora só lhes resta mesmo o monturo, o desprezo, e o terrível abandono pela
"igreja" das quais outrora fora membro ativo, principalmente quando
era um grande ofertante, um grande e fiel dizimista.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Esgotamento Espiritual
sábado, 26 de setembro de 2015
Religioso não Levanta caído
A cada dia estou mais convicto da veracidade das palavras de Jesus sobre o quanto uma pessoa religiosa é egoísta, orgulhosa e prepotente.
Para exemplificar irei utilizar dois textos bíblicos.
O primeiro caso é de um rapaz que foi assaltado, espancado e deixado a beira da morte.
O religioso sacerdote passou, eis ai um homem de oração, de unção como dizem do manto, o ungido.
O Eu profetizo passou e deixou o rapaz naquela situação. Acredito que ele foi Tomar posse da bênção.
Logo depois passou o Levita, o perfeito adorador, o melhor do melhor e o que ele fez para ajudar o pobre rapaz "Nada".
Depois veio o Samaritano, aquele considerado pelos religiosos como adultero, safado, imoral, um homem sem pedigree religioso, sem padrinho. E o que ele fez. Ajudou o pobre rapaz lavou suas feridas com azeite, o levou para um hotel e deu dinheiro para cuidarem do rapaz, e ainda disse se tiver alguma despesa extra pode deixar tudo anotado porque eu te pagarei porque a partir de agora esse rapaz esta sob a minha responsabilidade.
Ficou ofendido com essa história briga com Jesus porque quem falou foi ele.
Quem você é nessa história, o sacerdote, o levita, o samaritano ou o rapaz caído?
Agora a segunda história desmente algo que é pregado na maioria dos púlpitos das igrejas de que a cruz é individual.
Você conhece a história da via dolorosa, aquela que Jesus percorreu e que de acordo com os historiadores caiu sete vezes por não suportar o peso da cruz. Sabe o negão que ajudou a Jesus a levar a cruz se chama Simão. Portanto pare de falar que cada um tem que levar a sua cruz e ajude mais seu irmão. Talvez ele precise de ajuda porque não está suportando o peso da cruz.
Sabe porque a maioria das pessoas não ajudam, porque religioso não Levanta caído.
Não espere misericórdia de pessoas que você tem como referência, porque certamente Pedro vai te abandonar, e te negar por ter vergonha do Cristo que carregou a cruz e caiu. Tenho outra noticia para você sabe seu irmão Tiago também vai te deixar. Sabe sua mãe a Maria agraciada também não vai te ajudar. Agora entende quem vai te ajudar é um negão abençoado e um samaritano sem nome.
Pense nisso,
Denison Santos
terça-feira, 15 de setembro de 2015
SIDARTA, SÓCRATES, FREUD, JÜNG E JESUS
Os gregos nunca pensaram o amor como felicidade sem dor. Suas tragédias pereciam revelar que sem dor ninguém ama e nem vive; mesmo que por isto morra a morte dos amantes da vida que é vivida por amor.
"Tragédia grega!" — dizemos nós do que é amor impossível ou extremamente doído.
No entanto, justamente por esta razão o sentido de amor apaixonado foi objeto de pânico por parte deles. Estar apaixonado era estar louco; algo a ser evitado a todo custo; pois seria por tal entrega à loucura do amor que a pessoa experimentaria a tragédia; pois, para eles, amor era mais desejo e obsessão de posse do que qualquer outra coisa; apesar de Sócrates e Platão terem ensinado outra coisa.
Muito tempo antes dos gregos fugirem da paixão por estarem apaixonados pelas suas tragédias, houve um homem, chamado Sidarta, que vivia num lindo palácio. Seus pais queriam criá-lo longe das visões trágicas da existência. No entanto, um dia, ao ver pela primeira vez a vida que acontecia fora dos muros do palácio, o jovem Sidarta decidiu que conheceria aquilo de que tentavam poupar sua existência. E o que ele viu foi dor. Muita dor na existência. E nunca mais foi o mesmo. De fato, ofereceu seu ser à tarefa de descobrir um modo de diminuir a dor humana; depois é que alçou vôos mais altos, e percebeu a necessidade de “iluminação”.
No inicio, para ele, a equação era simples: as pessoas sofrem porque desejam; e desejam porque dão supremo valor à sua pessoalidade; assim, quanto mais pessoalidade apaixonada, mas dor haverá; e quanto menos disso houver, menos dor se manifestará na pessoa. Desse modo, o caminho de uma vida com ausência de dor, o que já seria felicidade, seria a via da diminuição da pessoalidade; a qual, só perderia seu poder se fosse derrubada pelas privações auto-impostas: como jejuns, desconfortos, mendicância, exposição às forças da natureza, e a aceitação resignada de todas as coisas. E por essa via Sidarta andou até à exaustão total. Foi apenas depois de muita meditação e conversas com pessoas de outras linhas e buscas, que ele apareceu com o “caminho do meio”, do equilíbrio, da harmonia, da moderação e do autocontrole; porém, sem as polarizações e radicalizações praticadas por ele quando escolheu sua primeira via. Entretanto, nem “o caminho do meio” o salvou do Nirvana, do Absoluto Impessoal, do Mar Eterno; pois, para ele, felicidade absoluta só poderia acontecer com a dissolvência total do ser no todo Existente, o qual, para ele, não era um Ser, mas um Tudo-Nada-Eterno. Daí, para mim, o Budismo não ser uma religião, originalmente falando, mas tão somente uma espécie de Psicologia do Profundo. Os seguidores de Sidarta, assim como os de Jesus, é que fizeram a perversão chegar ao seu clímax: o surgimento de uma religião.
Assim, falando já em Psicologia, dando saltos milenares, chegamos ao modo moderno de sentir o amor, a dor, a culpa, o medo, e outros monstros mais, os quais fazem seus ninhos no coração humano. De fato, seja qual for a linha terapêutica adotada, em suma, a psicologia e a psicanálise existem com a finalidade de ajudar o individuo a compreender de onde procedem suas dores, na esperança de que livre delas como assombrações, a pessoa encontre seu caminho de melhor existir. Não há uma proposta de felicidade na Psicanálise ou na Psicologia, mas há uma declarada esperança de alivio. E, dado ao modo como certos psicoterapeutas se tratam, e trama a ciência da alma que elegeram, pode-se dizer que, em muitos casos, tanto a Psicanálise como a Psicologia, são religiões da “Psique”.
Entretanto, como o século passado foi o século do analgésico e das drogas de alivio da dor, apesar da resistência inicial dos profissionais de linha mais psicologizada quanto à recomendação de medicinas químicas para seus pacientes, com o passar do tempo, e a pressão dos pacientes, quase toda terapia se faz acompanhar de algum alivio químico recomendado por algum psiquiatra.
Assim, seja fugindo da dor pela fuga do amor; seja fugindo da dor pela evasão parcial da realidade ou da pessoalidade; ou seja fugindo da dor tentando fazer as pazes com os monstros interiores; ou mediante o alivio químico, todos nós tentamos fugir da dor.
Ora, do ponto de vista do Evangelho, nenhuma das coisas acima mencionadas carrega o Caminho; mas, no máximo, uma via paliativa; mas que, pela Verdade de Jesus, ainda assim teriam que ser chamadas de vias de evasão da realidade.
O Caminho de Jesus no que se relaciona à dor, a partir do principio de que este mundo é um mundo de dores, já se tratava de algo que era; era algo auto-explicado. Pronto e ponto; sem maiores explicações. Afinal, para Ele, a existência era a explicação. Da mesma forma, Ele trata a constituição do ser humano como pervertida pelo egoísmo, e manda que o “si-mesmo” seja morto e crucificado. Entretanto, tal chamado à morte do “self glorificado” pelas fantasias das construções humanas, não equivalia a uma convocação a nenhum tipo de evasão da realidade, pois, é a Verdade-Realidade, o poder que liberta.
Assim, para Ele, o que teria que morrer era a fantasia. Em Jesus não há truques. Em Jesus não há mágicas, nem nos Seus milagres. É por esta razão que Ele chora diante da morte de um amigo e também ante o futuro de morte que aguardava Jerusalém. Também em Jesus o amor não tem que ser evitado; embora as paixões precisam ser educadas no amor verdadeiro; que é aquele que se dá.
Nele, também, banquetes não são evitados e casamentos devem ser celebrados. E o mais chocante de tudo é que Ele, que manda negar o “si-mesmo”, não tem nada contra o verdadeiro eu; dizendo de si mesmo a toda hora algum tipo de “Eu sou...” Assim, para Ele, é com a morte do “si-mesmo”, que é feito de ilusões, que o eu ressurge limpo e livre pela verdade-realidade.
Para Jesus, quando chega à hora da dor, ela tem que ser enfrentada, não evitada. Ele evita todas as dores desnecessárias, mas quando “é chegada à hora”, Ele mesmo sabe para onde andar. E isso não sem medo, pânico, dor, pavor, suores de sangue... Mas enfrenta... E vai...
E, ao final-eterno-começo, Ele não entrega seu ser ao Nirvana, ao Tudo-Nada, mas ao Pai; e ainda sabe dizer ao que sofria ao lado Dele, que naquele mesmo dia, a pessoalidade seria mais que pessoalidade, mas individuação plena (Paraíso); mostrando até o fim que não é a evasão da pessoalidade ou a fuga do amor ou ainda a compreensão do sentido da dor, o que salva, mas sim a confrontação da realidade, com a coragem de suar de modo não-zen, e de gritar as dores de quem às sente. Porém, em total amor confiante em Deus.
E tudo isto com a paz que Sócrates apenas sonhou em conhecer, e com a leveza que Sidarta na maior iluminação autodissolvente ainda não havia alcançado, e sem crises com o Pai por estar vivendo aquela Hora, como Freud ou Jung.
Aqui o filho freudiano não mata o pai; o pai-deus grego não mata o filho; e o eu não se dissolve como em Sidarta; porém, é o Pai quem dá o Filho; é o Filho quem se dá voluntariamente; e o Pai e o Filho são Um; não um Tudo-Nada.
Em Jesus nada é objeto de fuga, mas de toque transformador. Ele não busca o confronto, mas nunca foge dele. Ele abomina o narcisismo e o engano da luxuria embriagante, embora isso, para Ele, nada tivesse a ver com fato de rir, dançar, gargalhar, e ser bem-humorado, como bem humoradas são muitas de Suas falas e imagens, por vezes irônicas e até sarcásticas.
Sim, Ele não fica “zen” nem na hora de ser traído por quem comia de Sua mesa. Ao contrário, pede “pressa”.
Jesus é a pedra de tropeço para todos e é um golpe mortal no narcisismo de todos os humanos; pois, não se priva de nada e nem de ninguém; não foge da dor, antes vive para curá-la; celebra tanto a festa quanto a morte de um amigo com intensidades próprias; enquanto mandava tomar a cruz e segui-Lo, embora, no caminho com Ele, até a hora da cruz, todo andar foi na direção do que era vivo e humano; e feliz por apenas ser.
Seu modo de amar era diverso em seus aplicativos cotidianos, e variava de pessoa para pessoa, com toda propriedade. Ele ama tanto o “jovem rico” que o confronta até às vísceras; e ama tanto a “Samaritana” que pede dela o que Ele mesmo está louco para dar a ela: água. Ele vai de um “eu tão pouco te condeno”, para um “ai de vós fariseus”, sem dar explicações: a existência como ela é, e o coração que nela se faz sempre mostrar, já são a declaração filosófica.
E Jesus é assim tão diferente de Sidarta, dos gregos, dos Sábios da Alma, e de todos, não só porque Ele era Ele. Mas, sobretudo, em razão de que Ele era também a encarnação do paradoxo. Sim, Ele ensina que se pode ser feliz chorando, que se pode alcançar o inalcançável andando em humildade (sendo sempre ensinável), que se pode ter sede de justiça sem ser infeliz, que pela mansidão se conquistar tudo em verdadeira felicidade, e que até as perseguições injustas devem ser motivo de regozijo pessoal.
Para Ele a questão não estava em lugar nenhum que não fosse o olhar. É pelo modo de ver e interpretar, e é pelo interpretar que é filho do amor que se vincula à certeza de que Quem está Acima e Dentro não é Algo, mas Alguém-Pai —, que o olhar se ilumina; e pela sua luz, toda dor vira riqueza; e toda perda trás ganhos; e toda injustiça trás gloria; e todo abuso se torna um uso divino; e toda morte já não mata mais nada; a não ser a dor que já não dói com amargor.
Somente em Jesus o homem pode ser inteiro para viver Deus por inteiro, sem ter que deixar de ser quem é, sem ter que se dissolver ou evadir-se do real; nem tampouco tem que entender ou achar explicações para nada; pois, para Jesus, não importava quem pecou (Ele não buscou nenhum culpado, pois culpados somos todos), se um cego ou seus pais; o que importava era voltar a ver.
E quando lhe puseram à ponta de um caniço algo que lhe aliviasse a dor, como naquele tempo era uma praxe, Ele não aceitou; pois decidiu viver tudo com toda pessoalidade e lucidez. Por isso perdoa enquanto morre; conversa enquanto geme; dá instruções de amor enquanto agoniza; fala de sede enquanto morre; Experimenta Tudo (Está Consumado); e não vê nenhum problema em ver amor no Pai apesar da dor.
É por esta razão que os outros, por melhores que tenham sido, o por mais honestos e sinceros que tenham sido em suas buscas e esforços, são salvos por Ele. Os outros são humanos buscando luz. Ele é a Luz buscando os humanos. Ou outros eram homens. Ele é o Filho do Homem!
E, como já disse antes, se entendo só um pouquinho da alma de Sidarta e dos demais que mencionei, em qualquer tempo, se tivessem com Ele encontrado, deixariam tudo, e, em silencio, o seguiriam gratos. Afinal, Ele é a busca de todos os homens sinceros!
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